Serra Preta: Cai número de carros irregulares como táxi, mas empresários e políticos continuam

Desde julho de 2025, quando a PF realizou a Operação Bandeira Livre quando havia, no site da Sefaz mais de 105 veículos, baixou a quantidade de veículos irregulares

A “Operação Bandeira Livre”, em julho do ano passado em que a PF (Polícia Federal) apurou a concessão excessiva e irregular de placas de veículos para funcionar como táxi, já tem muitos proprietários que desistiram, ou foram obrigados, a abrir mão da mordomia que dá desconto especial de até 36% (trinta de seis por cento) no valor na compra de carro novo , além de pagar apenas R$ 182 (cento e oitenta e dois reais) pelo licenciamento anual.

Um veículo particular no valor de R$ 120.00,00 (cento e vinte mil) faz aquisição na forma da lei para táxi para apenas R$ 76.800,00 (setenta e seis mil, oitocentos reais) com o desconto de R$ 43.200,00 (quarenta e três mil e duzentos reais).

Além disso, quem tem a concessão para táxi não paga o mesmo valor no Licenciamento Anual, também conhecido como IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores). O particular desembolsa todos os anos, na Bahia, 2,5% (dois e meio por cento) do valor do valor FIPE do veículo. Um carro de R$ 70.000,00 (setenta mil), o custo é de R$ 1.750,00 (mil, setecentos e cinquenta reais) contra apenas R$ 182 (cento e oitenta e dois reais), ou seja, um desconto em torno de 89% (oitenta de nove por cento).

Pelo site a Sefaz (Secretaria da Fazenda da Bahia)

(  de 107 (cento e sete) concessões em 2025 para hoje a redução caiu para 50 (cinquenta).

Empresários, amigos do Poder Municipal e autoridades

Apesar dessa queda substancial na quantidade, se mantêm alguns casos totalmente inapropriados como empresários (George Lima, que também é chefe de Gabinete do Prefeito); Leonardo Lima de Oliveira, candidato a vereador), os políticos (Antônio Sidney Costa Linhares, candidato a vereador) e a suposta parente do senhor Karlos Figueiredo (superintendente na Sesab, candidato derrotado a prefeito em 2020) , Liciane dos Santos Atanam (que trabalharia no setor de Saúde da cidade).

Importante frisar que, diante da situação, os proprietários de carros que não deviam ser táxi, precisam pagar a diferença do desconto que, em casos, supera o valor atual do próprio veículo e também do licenciamento anual.