Educação, Economia, Emprego, Infraestrutura e Saúde padeceram com a falta de qualidade dos titulares das pastas e de um prefeito que só faz narrativas
O desempenho da administração municipal de Serra Preta neste ano de 2025 era esperado como fraco ou ruim pelo que fez o atual gestor entre 2021 e 2024 com ausência física na cidade, segundo eleitores até mesmo do grupo, e de ações efetivas que beneficiassem a população que precisa do apoio da União, do Estado e da Municipalidade, que deve lidar diariamente com os cidadãos.
A narrativa da falta de recursos não passa de tentar encobrir o sol com a peneira ou provar que não pode enxugar gelo, uma vez que não somente este mês, e em quase todos os 365 dias do ano, sempre a Prefeitura recebeu mais de transferências federais e mesmo do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica).
Para mostrar o descaso e indiferença da gestão municipal com os serra-pretenses ,vamos aos fatos área por área:
Educação: o ano foi marcado por omissão da Prefeitura e da Secretaria com falta de professores, auxiliares de classe e demais profissionais no período legislativo fechando com a ‘vergonha nacional com alunos conduzidos em mala de carro para irem a escola’;
Economia e Emprego: Fechamento da única fábrica que restava na Sede deixando desempregados mais de 60 funcionários. A cidade é cercada por municípios com fábricas em Anguera, Ipirá e Riachão do Jacuípe obrigando os serra-pretenses a tentaram trabalhar fora do domicílio,
A desculpa da falta de recursos veio com o bizarro decreto de calamidade financeira, pois ao longo de 2025 Serra Preta arrecadou ao menos R$ 10 milhões a mais do que 2024 (ou 857 mil a mais por mês) somente com transferências de impostos federais, o que vai ser tema de reportagem provando mês a mês os fatos negados pela gestão. Também com o Fundeb houve crescimento em relação a 2024 em torno de R$ 5 milhões. O fato se configura com o decreto de 19 de dezembro da Prefeitura pedido autorização para gastar R$ 500 mil a mais por excesso de receita;

Infraestrutura: Esse setor passa por construção ou reforma em prédios, estradas, escolas, etc. Serra Preta vive estagnação com as obras que terminam como o Estádio Zelito Leite, os Quiosques no Mercado do Bravo e a UBS (Unidade Básica de Saúde) no Ponto. Podemos ainda falar do abandono da fábrica de laticínios no Contorno do Bravo e a Creche, ignorados pelo prefeito;
Saúde: Outro ponto tétrico na administração atual é a saúde onde já tivemos ambulância conduzindo, além de paciente e profissional da área, familiares. A marcação de consultas e exames foi um transtorno deixando aqueles que procuraram sob chuva ou sol, além de verem ‘vereadores’ furarem as filas com dezenas de pedidos nas mãos deixando que chegou na madrugada a ver navios. A falta de remédios ou de médicos marcou o ano na cidade, que mudou de titular da Secretaria, mas nada melhorou. Assim também foi em relação ao Hospital Santo Antônio que, apesar da troca de diretor, restou denúncia na Câmara Municipal de possível assédio contra funcionários.

Recentemente, a prefeitura publicou um card onde coloca 10 momentos marcantes este ano, mas entre eles incluem viagens a Brasília que, em 2 anos, renderam mais de R$ 55 mil, mais de 2 salários de prefeito (R$ 25 mil), somente em diárias. Colocou ainda programas efetivados pelo Governo Federal como entrega de ônibus escolares e ambulâncias (que todos municípios recebem), além de distribuição sementes também feita para todos os pequenos produtores agrícolas brasileiros.